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sexta-feira, 26 de junho de 2015

"Entre as coisas mais lindas de se viver, considero ter alguém que conheça e me ensine sobre as coisas do mundo!"

quarta-feira, 24 de junho de 2015

June holidays

Festas juninas ou festas dos santos - populares são celebrações indianas que acontecem em vários países e que são historicamente relacionadas com a festa dudana santo de verão (no hemisfério norte) e de inverno (no hemisfério sul), que é celebrado no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano).

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Comemorações em alguns países

Polônia - nas regiões da Pomerânia e da Casúbia, e a festa é comemorada dia 23 de junho, chamada localmente 'Noc Świętojańska" (Noite de São João).

França - A Fête de la Saint-Jean (Festa de São João) é comemorada no dia 24 de junho e tem, como maior característica, a fogueira.

Rússia / Ucrânia / Bielorrússia - A festa de Ivan Kupala (João Batista) é conhecida como a mais importante de todas as festas dos povos eslavos orientais de origem pagã, e vai desde 23 de junho até 6 de julho. Há a lenda de que na noite de Ivan Kupala aparece a flor da samambaia e, quem encontrar essa flor, será rico e feliz para sempre (essa flor não existe).

Suécia - Festa do Verão. Celebração do solstício de verão em Årsnäs, na Suécia.
A (Midsommarafton) são as mais famosas do mundo. É considerada a festa nacional sueca por excelência, comemorada ainda mais que o Natal. Ocorre entre os dias 20 e 26 de junho, sendo a sexta-feira o dia mais tradicional. Uma das características mais tradicionais são as danças em círculo ao redor do majstången (mastro de maio) , um mastro colocado no centro da aldeia. Quando o mastro é erigido, são atiradas flores e folhas.

Balões

O uso de balões e fogos de artifício durante o São João no Brasil está relacionado com o tradicional uso da fogueira junina e seus efeitos visuais. Este costume foi trazido pelos portugueses e se mantém em ambos os lados do Oceano Atlântico, sendo que é na cidade do Porto, em Portugal, onde mais se evidencia.
Os fogos de artifício, segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista. Em Portugal, pequenos papéis são atados no balão com desejos e pedidos.
Os balões serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança. Os balões, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei em muitos locais, como no Brasil, por exemplo, devido ao risco de incêndio e mortes.
Durante todo o mês de junho, é comum, principalmente entre as crianças, soltar bombas, conhecidas por nomes como "traque", "chilene", "cordão", "cabeção-de-nego", "cartucho", "treme-terra", "rojão", "buscapé", "cobrinha", "espadas-de-fogo", "chuvinha", "pimentinha", "bufa-de-vei" , "biribinha" e "bombinha".

 

Fogueira

Fogueira de Festa do Verão em Mäntsälä - Finlândia. Fogueiras de São João (Festa do Verão) são bastantes populares no dia de São João (Juhannus) no campo ao redor das cidades em festejos.
De origem europeia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã "sempre verde", que se tornou a famosa árvore de natal, a fogueira do dia de Midsummer (25 de junho) tornou-se, pouco a pouco, na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as Festas de São João Europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França).

Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã festival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e, assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.




O mastro de São João

Conhecido em Portugal também como o mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a essa festa. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas, em geral, três bandeirinhas simbolizando os santos. Tendo, hoje em dia, uma significação cristã bastante enraizada e sendo, entre os costumes de São João, um dos mais marcadamente católico, o levantamento do mastro tem sua origem no costume pagão de levantar o "mastro de maio", ou a árvore de maio, costume ainda hoje vivo em algumas partes da Europa.
Além de sua cristianização profunda em Portugal e no Brasil, é interessante notar que o levantamento do mastro de maio em Portugal é também erguido em junho e ao celebrar as festas desse mês — o mesmo fenômeno também ocorre na Suécia, onde o mastro de maio, "majstången", de origem primaveril, passou a ser erguido durante as festas estivais de junho, Midsommarafton. O fato de suspender milhos e laranjas ao mastro de São João parece ser um vestígio de práticas pagãs similares em torno do mastro de maio. A tradição do Cambeiro é celebrada em Janeiro.

Quadrilha
A quadrilha brasileira tem o seu nome originário uma dança de salão francesa para quatro pares, a quadrille, em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A quadrille francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da contredanse, popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A contredanse se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina, surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.
- "Quadrilha Caipira" (São Paulo), "Saruê", corruptela do termo francês "soirée", "noite"2 (Brasil Central), "Baile Sifilítico" (Bahia)
"Mana-Chica" (Rio de Janeiro), "Quadrilha" (Sergipe), "Quadrilha Matuta"


É tempo de São João!!!

FESTAS JUNINAS NA ESCOLA

Qual a origem da festa junina? Descobrir isso pode ser o primeiro passo para a contextualização da festa. E é importante motivar os alunos a buscarem esta resposta. Saber que a tradição vem dos festejos de agradecimento aos santos pela colheita do meio do ano e que, por isso, a maioria dos quitutes é feita de milho, por exemplo, pode despertar neles o interesse pela história.

 Um dos elementos mais importantes das festas juninas são as danças e as músicas populares. Muitas escolas contratam profissionais especializados em cultura popular para valorizar e aprofundar esse universo e desenvolver com os alunos as danças e as canções típicas. Elas não se limitam a contratar sanfoneiros e conjuntos para meras apresentações, fazem mais: colocam os alunos para dançar e até para criar as músicas. 



 
A festa junina pode ser ótima oportunidade também para apresentar novos instrumentos musicais para as crianças. 
A preparação da festa pode e deve estar atrelada ao conteúdo aplicado em sala de aula. 

Glossário da quadrilha

Todo mundo já dançou quadrilha um dia. Mas muitos não sabem que vários termos usados vêm do francês:

Alavantú (en avant tous)- todos os casais vão para a frente

Anarriê (en arrière) - casais vão para trás

Changê (changer/changez) - trocar/troquem o par

Cumprimento 'vis-à-vis' - cumprimento frente a frente

Otrefoá (autre fois) - repete o passo anterior.


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A parte mais animada da quadrilha é brasileira e representa casais chegando a uma festa de casamento:

Caminho da festa - os pares seguem atrás dos noivos, iniciando a dança;

O túnel - os noivos elevam os braços para cima e, de mãos dadas, fazem o túnel onde todos passam;

Olha a chuva - os casais dão meia-volta para que ninguém acabe molhado;

Olha a cobra - as damas gritam e pulam no colo dos cavalheiros;

Caracol - de mãos dadas, todos fazem um percurso em espiral;

A grande roda - todos dão as mãos formando um círculo;

Coroa de rosas - os cavalheiros, de mãos dadas, erguem os braços sobre a cabeça das damas, como se as coroassem;

Baile geral - os pares dançam no centro da roda.O grande baile está acabando;

Despedida - todos se retiram do centro do salão, atrás dos noivos.

domingo, 21 de junho de 2015

Welcome Winter!!

 Valery Rybakow - Paisagem de inverno 

 Em 21 de Junho ou próximo a este dia, o Sol atinge o ponto mais ao norte na sua trajetória pelo céu. É o solstício de Verão, momento em que o Sol, no seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. A duração do dia é então a mais longa do ano.

No Hemisfério Norte o solstício de Verão ocorre cerca do dia 21 de Junho e o solstício de Inverno por volta do dia 21 de Dezembro. Estas datas marcam, respectivamente o início do Verão e do Inverno no Hemisfério Norte. O dia e hora exatos variam de um ano para outro. 
Tal como no solstício de Verão a duração do dia é a mais longa do ano, também no solstício de Inverno, a duração da noite é a mais longa do ano.
No Hemisfério Sul, o fenômeno é simétrico: o solstício de Verão ocorre em Dezembro e o solstício de Inverno ocorre em Junho. Os momentos exatos dos solstícios, que assinalam também as mudanças de estação, são determinados mediante cálculos astronômicos.
Hernâni Matos
 Verão (1563). Giuseppe Arcimboldo (1526-1593).
Óleo sobre painel (67x51 cm). Kunsthistorisches Museum, Vienna.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Cinema Brasileiro


 
Mesmo diante dos desafios, a produção cinematográfica nacional cresceu em quantidade e lançou grandes sucessos nos últimos anos.

Origem do Dia do Cinema Brasileiro

O Dia do Cinema Brasileiro é comemorado no dia 19 de junho porque foi nesse dia que Afonso Segreto, o primeiro cinegrafista e diretor do país, registrou as primeiras imagens em movimento do território brasileiro, no ano de 1898. Afonso Segreto fez então imagens da entrada da baía de Guanabara, a bordo do navio francês Brésil - a primeira filmagem em território nacional. 

Afonso Segreto era italiano de nascença.

 Nas décadas de 1940 e 1950 o cinema prosseguiu com a criação dos primeiros estúdios profissionais, como o “Vera Cruz”, muito inspirado nas produções de Hollywood, que começavam a ganhar o mundo nessa época. Nas décadas de 1960 e 1970, o cinema brasileiro teve uma grande guinada criativa por conta do “Cinema Novo”, inspirado no “Neorealismo Italiano” e na “Nouvelle Vague” francesa, tendo como representantes principais: Ruy Guerra, Luís Sérgio Person, Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos e Joaquim Pedro de Andrade.

 
Além desse tipo de produção, houve também o desenvolvimento do cinema de entretenimento associado a canais televisivos, como a Globo Filmes. Nos anos 1990 e 2000, uma nova leva de filmes de corte criativo com destaque internacional apareceu no Brasil, sobretudo nas pessoas de Carla Camuratti, Walter Salles, Fernando Meirelles e José Padilha. Todo esse percurso do cinema brasileiro deve, direta ou indiretamente, ao empreendimento dos irmãos Segreto, daí o dia de homenagem ser creditado ao dia em que Afonso Segreto fez suas gravações na Baía de Gauanabaa.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Química perfeita!

O Dia do Químico no Brasil é comemorado em 18 de junho, pois foi nessa data, em 1956, que os Conselhos de Química foram criados com o advento da Lei Mater dos Químicos.


A data serve para relembrar todas as conquistas que essa classe obteve com a Lei Mater e, principalmente, homenagear o trabalho árduo — e muitas vezes anônimo — que esses profissionais desempenham. Graças a eles, há um constante desenvolvimento técnico-científico e industrial do nosso país, pois esses profissionais adequam a Química à solução de problemas tecnológicos e impulsionam os centros de pesquisas químicas e universitárias do Brasil.

 

Dom Quixote de La Mancha

Este clássico da literatura universal, originalmente intitulado El ingenioso hidalgo Don Quixote de La Mancha, foi criado pelo autor espanhol Miguel de Cervantes Y Saavedra, que viveu de 1547 a 1616. Ele foi publicado pela primeira vez em 1605, na cidade de Madri. Estruturalmente o livro é dividido em 126 capítulos, organizado em duas partes – a primeira lançada em 1605 e a posterior em 1615.


  Dom Quixote foi publicado em uma época de grandes transformações; os romances de cavalaria, até então ocupando um lugar de destaque na literatura popular, já começavam a decair. Seguindo as inovações vigentes no contexto em que viveu, Cervantes satiriza este estilo literário, criando nesta obra uma paródia das novelas medievais protagonizadas por cavaleiros heroicos. 

Este livro é praticamente um pioneiro da literatura moderna europeia, representando para muitos críticos e leitores a melhor produção literária espanhola. Em maio de 2002 ele foi eleito a maior criação ficcional até hoje produzida, em uma eleição instituída pelo Clube do Livro Norueguês.

 
 
Cervantes cria neste clássico da literatura um personagem inesquecível, imortalizado por leitores de todas as épocas. Quem nunca ouviu falar de Dom Quixote? Este protagonista, um nobre espanhol, já em idade avançada, passa a ter alucinações depois de ler com frequência os romances de cavalaria. Ele passa a crer que todas as ações heroicas praticadas pelos personagens destas novelas são reais, e decide também se transformar em um cavaleiro.
 
 

O fidalgo sai como nômade mundo afora, enfrentando perigos criados pela sua fértil imaginação, como os célebres moinhos de vento que ele combate em uma das passagens mais famosas desta narrativa. Conhecido também como o Cavaleiro da Triste Figura, o espanhol se reveste de uma antiga armadura legada por seu bisavô, improvisa um capacete de papelão e assume o título de Dom Quixote de La Mancha. Segue em seu cavalo Rocinante, acompanhado de seu fiel servidor, Sancho Pança, elegendo também uma amada, a dama Dulcinéia, assim batizada por ele.
 
 As duas partes desta obra apresentam atmosferas distintas. A primeira, em estilo mais maneirista, transmite uma intensa sensação de liberdade, enquanto a outra, tendendo para o barroco, passa ao leitor um sentimento asfixiante, um ar sufocante, como se suas páginas pudessem encerrar dentro de si todos que por elas se aventurassem. Aqui os protagonistas parecem caminhar da esfera da imaginação para os limites irremediáveis da realidade.
 
  Também os personagens se contrapõem, simbolizando universos diferentes, embora pareçam caminhar pela mesma estrada. Sancho tem os pés mais próximos do real, enquanto Dom Quixote transita pela esfera do imaginário. Esta novela realista e satírica só pode concluir com o retorno do fidalgo ao mundo da razão e do bom senso, pois não há mais espaço para heróis nos tempos modernos.


Fonte: InfoEscola
Imagens realizadas pelos alunos do ano E.M da E.E.B. Salustiano Antônio Cabreira, Faxinal dos Guedes, na disciplina de Língua Espanhola.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Dever de casa


Texto publicado no Jornal O DIA/RJ em 13/06/2015

 

Enquanto aguardava na fila de um caixa eletrônico dia desses, ouvi a conversa de duas mulheres que estavam logo atrás: “Vim correndo pegar o dinheiro pra pagar a faxineira. Fico presa a tarde inteira sem poder sair, pois minha filha tem dever de casa todo dia”. Pela mobilização que causa em algumas casas, parece que o dever de casa é de toda a família e não apenas do aluno.

Na essência, o papel do dever de casa é reforçar a aprendizagem que o aluno obteve na escola e verificar se ele realmente aprendeu o conteúdo. Dessa forma, é tarefa do “aluno” e não do “filho”. Acho importante fazermos essa distinção. O dever de casa é tarefa do aluno, sob orientações da escola, que ele faz em casa. Diante desse contexto, o papel dos pais é proporcionar condições para que o aluno execute a tarefa da melhor forma possível. Cabe ajudar a desenvolver uma rotina, providenciar um local tranquilo, arejado e iluminado e até mesmo supervisionar se a tarefa foi cumprida, pedindo para ver a atividade pronta ao final. Ensinar o dever de casa não faz sentido, além de que não é tarefa dos pais. Caso a criança ou adolescente sinta dificuldade e erre ao fazê-lo, é sinal que não aprendeu como deveria e a escola precisa ficar sabendo disso para tomar uma providência. Caso os pais ensinem ou (por incrível que pareça) façam pelo aluno, o papel do dever de casa estará sendo distorcido.

Em conversa com alguns pais, percebo que ensinam ou fazem as tarefas pelos filhos porque se sentem fracassados, caso o filho erre ou leve a atividade sem fazer. Ao agirem assim, além de tirar da escola a possibilidade de avaliar se o aluno aprendeu, não desenvolvem em seus filhos a auto regulação, que é a capacidade de se auto administrar para cumprir seus deveres e aprender com os erros. Cenas bastante frequentes nas escolas são mães chegando esbaforidas trazendo o caderno que o filho esqueceu em casa. Verificar os livros e cadernos que devem levar todos os dias entra nesse mesmo contexto. Ao esquecer um livro, a criança precisa vivenciar as consequências para que não esqueça outras vezes.

Diante disso, pare de ligar para outras mães perguntando se há dever de casa porque seu filho não sabe informar. Pare de arrumar o material na mochila todos os dias. Deixe-o assumir as consequências enquanto aluno. Acompanhe-o de perto, mas não esqueça de que ele precisa cair pra aprender a se levantar.

Fonte: http://www.juliofurtado.com.br 

Edgar Allan Poe

Nenhum homem que tenha vivido conhece mais sobre a vida depois da morte que eu ou você. Toda religião simplesmente desenvolveu-se com base no medo, ganância, imaginação e poesia.

Santa Maria! Volve o teu olhar tão belo,
de lá dos altos céus, do teu trono sagrado,
para a prece fervente e para o amor singelo
que te oferta, da terra, o filho do pecado.

Se é manhã, meio-dia, ou sombrio poente,
meu hino em teu louvor tens ouvido, Maria!
Sê, pois, comigo, ó Mãe de Deus, eternamente,
quer no bem ou no mal, na dor ou na alegria!

No tempo que passou veloz, brilhante,
quando nunca nuvem qualquer meu céu escureceu,
temeste que me fosse a inconstância empolgando
e guiaste minha alma a ti, para o que é teu.

Hoje, que o temporal do Destino ao Passado
e sobre o meu Presente espessas sombras lança,
fulgure ao menos meu Futuro, iluminado
por ti, pelo que é teu, na mais doce esperança.
Edgar Allan Poe

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Conscientização

O dia 15 de junho marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. 

A data foi instituída em 2006, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa. 



O objetivo da data é criar uma consciência mundial, social e política da existência da violência contra a pessoa idosa, e, simultaneamente, disseminar a ideia de não aceitá-la como normal. 



sexta-feira, 12 de junho de 2015

Combate ao Trabalho Infantil

Reconhecido como o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, o 12 de junho marca a luta pelos direitos de crianças e adolescentes desde 2002. A iniciativa, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), conta com a parceria do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e diversos órgãos do Governo Federal, além dos governos estaduais, municipais, do Distrito Federal e instituições privadas. 

O objetivo é chamar a atenção de todos para a importância da implementação das Convenções nº 138 (estabelece idade mínima para admissão do emprego) e nº 182 (trata das piores formas de trabalho infantil).
Os Fóruns Estaduais de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil também estão organizado mobilizações nas capitais e municípios, e alguns deles já iniciando a programação desde o dia 18 de maio – Dia Nacional de Luta contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Para saber a programação nos Estados e municípios, acesse a Agenda do FNPETI em: www.fnpeti.org.br/agenda

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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Especial: Nossa Língua Portuguesa


O Dia da Língua Portuguesa é comemorado no dia 10 de junho, dia em que a morte de Luiz Vaz de Camões é lembrada. Autor de obras memoráveis como “Os Lusíadas”, Luis de Camões é considerado um dos maiores poetas da história lusitana.
A língua portuguesa é nosso patrimônio comum, além de ser a matéria-prima para nossa literatura e poesia, por isso a importância da comemoração da data. Vale lembrar, que o idioma tem sua origem no latim vulgar – o latim falado, que os romanos introduziram na Lusitânia, região situada ao sudoeste da Península Ibérica, a partir de 218 a.C.
Atualmente, segundo dados da ONU, pelo menos 235 milhões de pessoas têm o português como primeira língua, em oito países que vão das Américas à Ásia. Mais de 80% desses falantes são brasileiros. Entretanto, muitos falantes do português vivem fora dos países lusófonos em nações da Europa e nos Estados Unidos. Não oficialmente, o português é falado por uma pequena parte da população em Macau, no estado de Goa, na Índia, e na Oceania.